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1479 — Por motivo da peste que grassava com intensidade no norte do País e alastrara até Esgueira, a Princesa Santa Joana foi obrigada a sair de Aveiro. Acompanharam-na os bispos de Coimbra e do Porto, alguns fidalgos, escudeiros e religiosas – entre estas a Madre D. Brites Leitão. Regressou a Aveiro em Agosto do ano seguinte (Crónica, pgs. 55-56 e 64) – A.

1593 — Por um assento de baptismo desta data e por outro de óbito de 1 de Outubro de 1600, sabe-se que junto da igreja de S. Miguel existia um cruzeiro, no terreno onde hoje está o ângulo esquerdo do antigo liceu (Arquivo Distrital de Aveiro, Livro do Registo Paroquial da Freguesia de S. Miguel) – A.

1626 — O bispo de Coimbra, D. João Manuel, atendendo ao que lhe requeriam a Câmara Municipal da vila de Aveiro e as religiosas do Mosteiro de Jesus, ordenou ao provisor do Bispado, Padre Dr. Bernardo da Fonseca Saraiva, que se dirigisse pessoalmente a Aveiro e desse andamento ao processo para a beatificação e canonização de Santa Joana Princesa (Biblioteca Apostólica do Vaticano, Archivum Congregationis Sanctorum Rituum, Processus 491; Arquivo, XXIV, pgs. 3-38 e 81-131) – A.

1690 — El-Rei D. Pedro II concedeu às religiosas do Recolhimento de S. Bernardino uma pensão anual de 20.000 reis, que seria tirada dos rendimentos dos direitos do sal da vila de Aveiro (Livro dos Registos, fls. 183v-184; Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos, VI, fl. 76) – J.

1873 — No Diário Illustrado, Pinheiro Chagas prestou calorosa homenagem ao escritor aveirense General Joaquim da Costa Cascais, «um dos pouquíssimos que tem sabido dar ao seu teatro uma individualidade portuguesa e original» (Diário Illustrado, 27-9-1873) – A.

1879 — Nasceu na freguesia da Vera-Cruz Artur de Vasconcelos Veiga de Faria, que se dedicou ao ensino do cultivo da terra, instituindo em Braga a «Escola Móvel Agrícola e de Instrução Profissional». Extremamente afecto aos ideais monárquicos, durante a I República emigrou para o Brasil; regressando à Europa, foi preso e, incriminado de conspirador, sofreu condenação de pena maior (Rangel de Quadros, Aveirenses Notáveis, II, Manuscrito, fls. 173-176) – J.

 

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