1528 — Nesta data e em Lisboa, El-Rei D. João III
confirmou a mercê feita à vila de Esgueira por D. Manuel I em
alvará de 14 de Julho de 1497 (Biblioteca Municipal do Porto, Códice
n.º 498; Arquivo, I, pg. 317) – A.
1580 — D. António, Prior do Crato e
pretendente ao Trono de Portugal, escreveu e enviou de Aveiro uma carta
a Manuel Mouzinho de Vasconcelos, feitor da sua fazenda na Ilha de S.
Miguel – Açores (Arquivo dos Açores, Ponta Delgada, 1886, Vol. II,
n.º VII, pgs. 22-23; Marques Gomes, Subsídios para a História
de Aveiro, pgs. 430-431) – A.
1582 — Foi baptizado na igreja matriz de S. Miguel o
aveirense Mateus Fernandes de Oliveira Barreto Geta, escrivão da
Provedoria de Esgueira, que faleceu em 29 de Maio de 1666 (Arquivo,
XI, pg. 17)
A.
1640 — Foi baptizado o ilustre aveirense Francisco da
Maia da Gama, que serviu na Guerra da Sucessão, mostrando-se denodado e
brioso; faleceu na Catalunha, solteiro e sem geração (Rangel de Quadros,
Aveirenses Notáveis, I, fl. 100) – A.
1774 — O primeiro bispo da Diocese de Aveiro, D.
António Freire Gameiro de Sousa, recebeu a ordenação episcopal numa
cerimónia realizada em Lisboa e presidida pelo arcebispo de Évora, D.
João Cosme da Cunha, sendo consagrantes D. João Marcelino dos Santos
Homem Aparício, bispo de Angra do Heroísmo, e D. António Joaquim Torrão,
bispo titular de Leugónia ou Lauguonta (Fortunato de Almeida,
História da lgreja em Portugal, Tomo IV, Parte IV, pg. 46;
Marques Gomes, O Districto de Aveiro, pg. 118) – J.
1835 — Começou a funcionar o Governo Civil de Aveiro,
sendo primeiro magistrado do Distrito José Joaquim Lopes de Lima, mais
tarde Governador da Índia (Arquivo, VIII, pg. 283) – A.
1921 — Foi inaugurada a iluminação eléctrica da
cidade – melhoramento de evidente importância, que todos receberam com
manifestações de justificado regozijo (Arquivo, XII, pg. 231) – A.
1983 — Foi prestada homenagem pública a António dos
Santos Lé, musicólogo, musicógrafo e maestro, já falecido
(Correio do Vouga, 30-9-1983) – J.
1985 — Faleceu em Aveiro, onde se radicara desde
novo, António Gonçalves Dias de Azevedo, que em 1919, num feito
audacioso escalou por fora a torre dos Clérigos, no Porto, para colocar
no topo a bandeira da Monarquia Portuguesa (Diário de Aveiro,
24-2-1986) – J.