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1574 — João Jorge Rolão, «tendo de ir ao mar», deixou feito, por seu punho, um extenso e muito curioso testamento (Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos, I, fls. 62-64) – A.

1608 — Fez-se o inventário dos importantes bens móveis, títulos e documentos da Confraria de Nossa Senhora da Graça, da freguesia de S. Miguel, e por ele se vê que essa corporação possuía «quatro maças de pau, prateadas, que os ecónomos levavam nas procissões, como os das colegiadas insignes» (Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos, I, fl. 86) – A.

1808 — O superintendente das obras da barra de Aveiro, João Carlos Cardoso Verney, deu a notícia da abertura da nova barra a D. Rodrigo de Sousa Coutinho, ministro da Guerra e dos Negócios Estrangeiros e vice-almirante, que estava então no Rio de Janeiro com a Corte de Portugal (Arquivo, XXII, pg. 279) – J.

1863 — A Câmara Municipal, da presidência do Conselheiro Manuel Firmino de Almeida Maia, representou ao Governo, pedindo a construção de um farol na barra de Aveiro (Campeão das Províncias, n.º 59, 14-9-1901) – A.

1865 — A Família Real passou em Aveiro, pela primeira vez em viagem de comboio, ao dirigir-se para o Porto, onde foi inaugurar uma exposição internacional. Seguiam El-Rei D. Luís, a Rainha D. Maria Pia, El-Rei D. Fernando, o Príncipe Carlos e o Infante D. Augusto (Marques Gomes, Subsídios para a História de Aveiro, pg. 198; aqui o ano de 1866 está errado) – J.

1888 — O Engenheiro José Maria de Matos apresentou o projecto do edifício para as repartições públicas do Distrito, a construir no local das ruínas do antigo palacete do visconde de Almeidinha, com frente para o Terreiro das Carmelitas (Marques Gomes, Monumentos – Retratos – Paysagens, cols. 30'-31') – J.

1903 — Acompanhado do Infante D. Afonso, duque do Porto, passou na estação de Aveiro El-Rei D. Carlos, que aí recebeu uma extraordinária demonstração de simpatia, tendo-lhe sido entregue uma mensagem pelo presidente da Câmara Municipal, Gustavo Ferreira Pinto Basto (Povo de Aveiro, 20-9-1903) A.

1910 — Faleceu em Campo Maior, com 71 anos de idade, o ilustre aveirense Dr. José Maria da Fonseca Regala, médico competentíssimo, extraordinário benemérito de pobres e necessitados, rico em excelsas virtudes, cuja morte foi muito sentida (Litoral, 15-9-1962) J.

1933 — D. João Evangelista de Lima Vidal, arcebispo titular de Ossirinco, continuando a interessar-se pela causa máxima dos católicos aveirenses, seus patrícios, dirigiu uma exposição à Santa Sé sobre as razões positivas que fundamentavam o processo da restauração da Diocese de Aveiro (João Gonçalves Gaspar, A Diocese de Aveiro – Subsídios para a sua História, pgs. 267-268) J.

1982 — A Empresa de Celulose e Papel de Portugal, E. P. – PORTUCEL – adquiriu a Quinta de S. Francisco, sita em Eixo, comprando-a aos descendentes do antigo proprietário Dr. Jaime de Magalhães Lima, que nela havia plantado urna invulgar colecção de eucaliptos (Informação pessoal, junto de responsáveis da Empresa) – J.

 

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