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1579 — Morto na batalha de Alcácer-Quibir o segundo
duque de Aveiro, D. Madalena Giron e Lencastre, viúva, duquesa de Aveiro
e marquesa de Torres Novas, escreveu uma carta aos vereadores e
procurador da vila pela qual nomeou o licenciado Gonçalo Esteves, por
três anos, juiz de fora de Aveiro (F. Ferreira Neves, A Casa e o
Ducado de Aveiro, pgs. 32-33; Arquivo, XXXVIII, pgs.
188-189) – J.
1589 — Professou no Convento Dominicano de Nossa
Senhora da Misericórdia, com o nome de Frei Miguel da Cruz – «por ser o
dia da Exaltação da Santa Cruz» – o insigne aveirense D. Frei Miguel
Rangel, que ali tomara o hábito de noviço no mesmo dia do ano anterior;
mais tarde foi vigário-geral da sua Ordem na Índia e bispo de Cochim
(Rangel de Quadros, Aveirenses Notáveis, I, fl. 72;
Marques Gomes, em O Districto de Aveiro, pg. 155,
diz erradamente que tomou o hábito em 18-10-1589) – A.
1626 — Faleceu em Lisboa, no Convento do Sacramento,
Soror Catarina dos Mártires, virtuosa irmã de D. Frei Sebastião da
Ascensão, bispo de Cabo Verde, que, embora nascida na freguesia do
Pinheiro da Bemposta, professara no Mosteiro de Jesus, em Aveiro (Rangel
de Quadros, Aveirenses Notáveis, I, fl. 139)
– J.
1646 — Com 80 anos de idade e 57 de
hábito dominicano, faleceu o ilustre aveirense D. Frei Miguel Rangel,
bispo de Cochim, eminente em letras e virtudes. Dele escreveu um
genealogista: «Espera-se que a piedade pontifícia o beatifique, porque a
sua vida foi um exemplo bastante de virtudes» (Rangel de Quadros,
Aveirenses Notáveis, I, fl. 79)
– A.
1657 — Fez o seu testamento o aveirense Frei Luís
Lopes Sobreiro – ou Sovreiro – terceiro vigário da antiga freguesia da Vera-Cruz, à qual prestou assinalados serviços; «declarou que deixava
todos os seus bens à capela das almas, cuja irmandade ele instituiu em 6
de Junho, de 1659». Faleceu em Setembro de 1661
(Rangel de Quadros, Aveiro
– Apontamentos Históricos,
I, fl. 133) – A.
1680 — Foi passada carta de apresentação da vigararia
da igreja de S. Miguel, da vila de Aveiro, ao Padre Manuel de Matos e
Almeida (Torre do Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis, livro 17,
fl. 244) –
A.
1680 — Ao Padre Manuel de Matos e Almeida foi passada
carta de juiz da Ordem de Avis na vila de Aveiro e sua comarca
(Torre do Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis, livro 17,
fl. 245) – A.
1792 — Por breve desta data, o Papa Pio VI
privilegiou «in perpetuum» o altar-mor da igreja da Ordem Terceira de S.
Francisco (Rangel de Quadros, Aveiro
– Apontamentos Históricos,
VI, fl. 28) – J.
1792 — Por breve desta data, o Papa Pio VI declarou
que o jubileu da Porciúncula também se podia lucrar na igreja da Ordem
Terceira de S. Francisco, como noutra qualquer igreja dos Religiosos
Franciscanos (Rangel de Quadros, Aveiro
– Apontamentos Históricos,
VI, fl. 28) – J.
1835 — O capitão-de-mar-e-guerra, José Joaquim Lopes
de Lima, tomou posse do cargo de primeiro governador civil do Distrito
de Aveiro – funções que desempenhou até 15 de Dezembro do mesmo ano
(Marques Gomes, Monumentos – Retratos – Paysagens, col. 111) – J.
1860 — Naufragou ao sul da barra de Aveiro a escuna
sueca «Flink», que se dirigia de Estocolmo para a Figueira da Foz, tendo
morrido três dos seis homens que compunham a sua tripulação (Correio
do Vouga, 9-9-1950) – J.
1981 — O grande complexo industrial da Renault, em
Cacia, arrancou definitivamente na sua actividade produtiva (Correio
do Vouga, 18-9-1981) – J. |