, I,
fl. 133) – A.
1664 — Professou na Ordem Terceira da Penitência o
cristão velho Frei Manuel da Conceição – no século, Manuel de Barros – filho de João de Barros e de sua mulher Isabel Nunes, todos naturais e
moradores na vila de Aveiro (Academia das Ciências de Lisboa, Livro
dos Termos das Profissões neste Convento de N. Sr.ª de Jesus, de Lisboa,
ms. 560-V, fls. 2v-3) – A.
1729 — Iniciou-se o «Livro das Pastorais» da
primitiva freguesia da Vera-Cruz, que contém muitos elementos úteis para
a história local (Cartório Paroquial da Vera-Cruz, Livro cit.) – A.
1739 — El-Rei D. João V autorizou que a Câmara
Municipal de Aveiro pudesse cobrar mais um real no quartilho de vinho e
no arrátel de carne, pelo tempo de dez anos, para ocorrer a despesas
ordinárias e precisas com a reconstrução de fontes, pontes, calçadas e
capelas, suprindo assim a diminuição dos rendimentos da barra que, por
se encontrar assoreada, não dava passagem a embarcações como antigamente
(Livro dos Registos, fls. 291v-292; Colectânea, II,
pgs. 562-563) – J.
1795 — Foi criado mais um partido de medicina em
Aveiro, que seria pago pelo Cofre da Barra, com o ordenado de 100.000
réis; para esse lugar foi despachado o Bacharel Manuel Joaquim de
Azevedo (II Livro dos Registos, fls. 558 e ss.; Rangel de
Quadros, Aveiro – Apontamentos Avulsos, Manuscrito,
fl. 46) – J.
1853 — A Mesa da Santa Casa da Misericórdia, em
reunião em que assistiram dois médicos e dois arquitectos, resolveu
construir o seu hospital junto à igreja, no sítio onde existira o
palacete dos Marizes Balacós (Marques Gomes, Memorias de Aveiro,
pg. 135) – A.
1882 — O Padre Dr. António Mendes Belo, último
vigário-geral da antiga Diocese de Aveiro, comunicou oficialmente a
extinção da mesma Diocese. O documento manifestava gratidão, amizade,
saudade e um certo sentimento de tristeza; recomendava, porem, «a
obediência mais respeitosa, o mais entranhado filial afecto e união
íntima com os Pastores» (João Gonçalves Gaspar, A Diocese de Aveiro
– Subsídios para a sua História, pg. 227) – J.
1896 — Saiu o primeiro número de A Flor do Vouga,
que perdurou até 15 de Novembro; foi dirigido por João Augusto da
Silva Rosa (Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos,
III, fl. 144) – J.
1945 — No edifício do Museu de Aveiro, foi lavrado o
auto de cessão ao Estado, por parte da Igreja, do rico túmulo de João de
Albuquerque, que se encontrava na igreja do extinto Convento Dominicano
de Nossa Senhora da Misericórdia – actual matriz da freguesia de Nossa
Senhora da Glória e catedral da Diocese – e que, nesta mesma data, fora
transferido para o dito Museu (Museu de Aveiro, Documento cit.;
Arquivo, XII, pgs. 104-106) – A.