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1578 — O insigne aveirense D. Frei Jorge de Santa Luzia, bispo de Malaca, escreveu ao prior do Convento Dominicano de Nossa Senhora da Misericórdia uma carta muito notável, através da qual se conhecem algumas benemerências do egrégio prelado a favor deste Convento da sua terra, onde havia professado (Rangel de Quadros, Aveirenses Notáveis, I, fl. 14; e Aveiro – Apontamentos Históricos, IV, fls. 105-106) – A.

1661 — Faleceu o ilustre aveirense Frei Francisco Lopes Sobreiro – ou Sovreiro – que prestou grandes serviços à antiga freguesia da Vera-Cruz, da qual foi o terceiro pároco (Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos, I, fl. 133) – A.

1664 — Professou na Ordem Terceira da Penitência o cristão velho Frei Manuel da Conceição – no século, Manuel de Barros – filho de João de Barros e de sua mulher Isabel Nunes, todos naturais e moradores na vila de Aveiro (Academia das Ciências de Lisboa, Livro dos Termos das Profissões neste Convento de N. Sr.ª de Jesus, de Lisboa, ms. 560-V, fls. 2v-3) – A.

1729 — Iniciou-se o «Livro das Pastorais» da primitiva freguesia da Vera-Cruz, que contém muitos elementos úteis para a história local (Cartório Paroquial da Vera-Cruz, Livro cit.) – A.

1739 — El-Rei D. João V autorizou que a Câmara Municipal de Aveiro pudesse cobrar mais um real no quartilho de vinho e no arrátel de carne, pelo tempo de dez anos, para ocorrer a despesas ordinárias e precisas com a reconstrução de fontes, pontes, calçadas e capelas, suprindo assim a diminuição dos rendimentos da barra que, por se encontrar assoreada, não dava passagem a embarcações como antigamente (Livro dos Registos, fls. 291v-292; Colectânea, II, pgs. 562-563) – J.

1795 — Foi criado mais um partido de medicina em Aveiro, que seria pago pelo Cofre da Barra, com o ordenado de 100.000 réis; para esse lugar foi despachado o Bacharel Manuel Joaquim de Azevedo (II Livro dos Registos, fls. 558 e ss.; Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Avulsos, Manuscrito, fl. 46) – J.

1853 — A Mesa da Santa Casa da Misericórdia, em reunião em que assistiram dois médicos e dois arquitectos, resolveu construir o seu hospital junto à igreja, no sítio onde existira o palacete dos Marizes Balacós (Marques Gomes, Memorias de Aveiro, pg. 135) – A.

1882 — O Padre Dr. António Mendes Belo, último vigário-geral da antiga Diocese de Aveiro, comunicou oficialmente a extinção da mesma Diocese. O documento manifestava gratidão, amizade, saudade e um certo sentimento de tristeza; recomendava, porem, «a obediência mais respeitosa, o mais entranhado filial afecto e união íntima com os Pastores» (João Gonçalves Gaspar, A Diocese de AveiroSubsídios para a sua História, pg. 227) – J.

1896 — Saiu o primeiro número de A Flor do Vouga, que perdurou até 15 de Novembro; foi dirigido por João Augusto da Silva Rosa (Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos, III, fl. 144) – J.

1945 — No edifício do Museu de Aveiro, foi lavrado o auto de cessão ao Estado, por parte da Igreja, do rico túmulo de João de Albuquerque, que se encontrava na igreja do extinto Convento Dominicano de Nossa Senhora da Misericórdia – actual matriz da freguesia de Nossa Senhora da Glória e catedral da Diocese – e que, nesta mesma data, fora transferido para o dito Museu (Museu de Aveiro, Documento cit.; Arquivo, XII, pgs. 104-106) – A.

 

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