1501 — El-Rei D. Manuel I fez mercê ao Mosteiro de
Jesus de poder haver e herdar bens de raiz ou outros quaisquer, assim de
pessoas seculares como das religiosas do dito Mosteiro, com encargos e
obrigações ou sem eles, que rendam ate 50.000 reis cada ano, e para
poderem comprar fazenda da mesma quantia (Arquivo da Universidade de
Coimbra, Convento de Jesus de Aveiro, Tomo 79, fls. 7r-8r,
e Pergaminhos, Gaveta 5, n.º 238; Domingos Maurício Gomes
dos Santos, O Mosteiro de Jesus de Aveiro, II, pgs.
511-512) – J.
1678 — Foi passada ao Padre João Pereira de Melo
carta de apresentação na vigararia de Nossa Senhora da Apresentação, da
vila de Aveiro (Torre do Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis,
livro 17, fl. 162v) – A.
1800 — O ministro e definidores da Ordem Terceira da
Penitência, de Aveiro, obtiveram uma provisão para pedirem esmolas
(Torre do Tombo, Chancelaria de D. Maria I, livro 63, fl.
53v) – A.
1821 — Foi passada carta de juiz de fora de Aveiro ao
Bacharel Caetano Xavier Pereira Brandão (Torre do Tombo, Chancelaria
de D. João VI, livro 20, II, 131) – A.
1876 — Inaugurou-se na praia de São Jacinto uma
via-férrea, pelo sistema americano, para a condução da pesca desde o mar
até à ria, numa extensão de 1.250 metros, a qual perdurou por algum
tempo (Marques Gomes, O Districto de Aveiro, pg.
147) – A.
1984 — Por meio de instrumento notarial, o Seminário
Diocesano de Aveiro tornou-se dono de uma propriedade rústica, na
freguesia de São Bernardo, para nela futuramente ser construído o
edifício do Carmelo de Cristo Redentor, das Religiosas Carmelitas
Descalças, provisoriamente em Eirol (Secretaria Notarial de Aveiro, I
Cartório, Livro de Escrituras Diversas, n.º 79-C, fls.
76v-78v) – J.