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1572 — D. Jorge de Lencastre, segundo duque de Aveiro, escreveu ao juiz, vereadores e procurador do Concelho de Aveiro sobre certa opressão desmedida das sisas; na mesma carta, prometeu falar a El-Rei sobre um assunto de aquisição de navios (Arquivo, XXXVIII, pg. 186) J.

1621 — Foi dada informação para carta de familiar do Santo Ofício, referente a Manuel da Silva, natural de Aveiro e morador no Reino de Angola, filho de Roque Fernandes Refóios e de Maria da Silva (Arquivo, XL, pg. 99) J.

1636 — Foi passada carta de apresentação de benefício simples na matriz da vila de Aveiro ao Padre Gonçalo de Macedo (Torre do Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis, livro 12, fl. 295v) A.

1649 — Foi passada provisão de comissário do Santo Ofício ao licenciado Padre André de Figueiredo, arcipreste de Aveiro, natural desta vila, onde residia (Arquivo, XXV, pg. 73) J.

1732 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício a Luís Manuel de Sousa Brandão, natural do Porto mas radicado em Aveiro, e cujos antepassados paternos eram originários de Ílhavo e de Aveiro; viria a casar com D. Jacinta Joana Albuquerque de Pina e Brito, moradora na freguesia da Vera-Cruz (Arquivo, XXXVIII, pgs. 143-144) J.

1771 — A Câmara Municipal concedeu licença ao Bacharel Manuel da Fonseca Tavares para abrir uma pedreira na sua propriedade junto do Carril do Forno, no vale do Cojo (Marques Gomes, Subsídios para a história de Aveiro, pg. 323) J.

1788 — A Rainha D. Maria I mandou passar uma provisão pela qual permitiu que a feira semanal das sextas-feiras se fizesse apenas mensalmente, «para aquele dia em que parecesse mais próprio à mesma Câmara», não sendo domingo ou dia santo (Livro dos Registos, fl. 315; Colectânea, II, pgs. 612-613) J.

1826 — Faleceu em Leiria o Engenheiro Luís Gomes de Carvalho que, tendo nascido em 15 de Abril de 1771 na Atalaia Vila Nova da Barquinha foi engenheiro da barra e do porto de Aveiro, que lhe ficaram a dever relevantíssimos serviços (Arquivo, XIII, pg. 28 J.

1848 — Em consequência da malograda «Conspiração das Hidras», foram presos no Limoeiro, onde se mantiveram até princípios de Novembro, o Dr. Manuel José Mendes Leite e outros; José Estêvão Coelho de Magalhães, um dos principais conspiradores, prevenido a tempo, homiziou-se (Marques Gomes, José Estêvão, pgs. 114-115» J.

1905 — Um numeroso grupo de aveirenses enviou ao Ministro das Obras Públicas uma exposição sobre o projecto de abertura de uma avenida segundo o qual seria demolido, em grande parte, o Convento das Carmelitas, o que constituía uma perda irreparável (Campeão das Províncias, 24-6-1905; Rangel de Quadros, Aveiro Apontamentos Históricos, V, fl. 303) A.

1922 Naufragou na zona em frente à barra de Aveiro o barco Senhora das Dores, que ficou encalhado no areal da praia da Barra. – HJCO.

1934 — Em Eixo, foi prestada uma grandiosa manifestação de homenagem e simpatia ao insigne escritor e pensador aveirense, Dr. Jaime de Magalhães Lima (Correio do Vouga, 23-61934) J.

 

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