|
1633 —
O ilustre dominicano
aveirense D. Frei Manuel Teles de Brito
–
ou D. Frei Manuel Teles Barreto
–
arcebispo de Goa, faleceu ao passar o Cabo da Boa Esperança, quando
seguia em viagem para a sua Arquidiocese, sendo o cadáver para ali
conduzido e sepultado na sé (Fortunato de Almeida, História da Igreja
em Portugal, Tomo II, Parte II, pg. 1017)
–
A.
1640 —
O Papa Urbano VIII
dirigiu uma carta notável ao Mosteiro de Jesus de Aveiro (Arquivo do
Vaticano, arm. 43, livro 7, fls. 132-132v)
–
A.
1648 —
Faleceu no seu paço
desta antiga vila
– que depois foi o Convento das Carmelitas Descalças
–
D. Beatriz de Lara e Meneses, uma das figuras de maior relevo da
sociedade aveirense da primeira metade do século XVII; o cadáver da
ilustre senhora foi tumulado na capela-mor da igreja do Carmo (Rangel de
Quadros, Aveiro
– Apontamentos Históricos, V, fl. 93; Marques Gomes,
Memorias de Aveiro, pg. 106; Arquivo, XVI. pg, 229. Marques
Gomes, no lugar cit. afirma que D. Beatriz de Lara e Meneses faleceu no
Mosteiro de Jesus)
– A.
1760 —
Faleceu em Lisboa o
franciscano aveirense Frei Francisco das Chagas, que havia professado no
Colégio de Coimbra da Ordem Terceira da Penitência em 5 de Outubro de
1756 (Academia das Ciências de Lisboa, Ms. 353-V, inumerado)
–
A.
1823 —
Em consequência da «Vilafrancada»,
realizou-se o pronunciamento absolutista em Aveiro, no largo fronteiro
aos Paços do Concelho, com repique de sinos, foguetes e vivas a D. João
VI como Rei Absoluto; à Rainha D. Carlota Joaquina, ao Infante D. Miguel
e à Santa Religião, levantados pelo barão de Vila Pouca, Rodrigo de
Sousa Teixeira da Silva Alcoforado, indo depois todos os participantes
para a igreja de Jesus, onde as dominicanas cantaram um te-deum (Marques
Gomes, Aveiro
–
Berço da
Liberdade, pgs. 30-32; Arquivo, XXXVI. pg. 243)
–
J.
1862 —
José Estêvão Coelho de
Magalhães, falando na Câmara dos Deputados sobre os melhoramentos
públicos, pediu ao Governo a construção de um farol na nossa costa,
entre a barra e os areais de Mira
– A.
1862 —
Faleceu em Eixo o
ilustre filho desta vila Bacharel Venâncio Dias de Carvalho e
Figueiredo, professor de latim em Ovar e Estarreja e governador civil de
Aveiro, advogado distinto e homem liberal, dotado de singular firmeza de
carácter (Boletim Municipal de Aveiro, 1984, n.º 3, pg. 52)
– J.
1905 —
Com o desenfornamento
da primeira cozedura, a Fábrica de Louça dos Santos Mártires, cuja
escritura de constituição de sociedade fora lavrada em 14 de Fevereiro
passado, inaugurou hoje a sua actividade (Litoral, 15-10-1955)
– A.
1976 —
O primeiro-ministro do
Governo da República, Almirante José Baptista Pinheiro de Azevedo,
esteve em Aveiro onde, com os responsáveis locais, analisou os problemas
da urbanização de Santiago, os acessos à cidade e o problema da bacia do
Vouga (Correio do Vouga, 11-6-1976)
–
J. |