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1659 —
O ilustre aveirense
Frei Luís Lopes Sobreiro
– ou Sovreiro
–
que nasceu no sítio da Fonte da Cal, mais tarde denominada Fonte da
Racha, instituiu na antiga igreja da Vera-Cruz a Irmandade das Almas,
cujo altar mandou erigir (Rangel de Quadros, Aveiro
–
Apontamentos Históricos,
I, fl. 133) – A.
1696 —
Foi passada carta de
familiar do Santo Ofício a Bartolomeu de Oliveira, natural de Aveiro,
onde morava (Arquivo, XXVI, pg. 209)
–
J.
1765 —
Hoje, dia do «Corpus
Christi», cuja festa era feita à custa da Câmara Municipal, além das
cerimónias litúrgicas habituais, houve em Aveiro uma corrida de touros,
não só por ser uso antiquíssimo, mas também por ocorrer a data
aniversária do nascimento de El-Rei D. José I (Arquivo, XXXII,
pgs. 218-219)
– J.
1787 —
Foi passada provisão de
comissário do Santo Oficio ao Padre Manuel Marques de Figueiredo,
bacharel formado nos Sagrados Cânones pela Universidade de Coimbra, frei
professo da Ordem Militar de S. Bento de Avis e vigário colado da igreja
de Nossa Senhora da Apresentação, da cidade de Aveiro, onde nascera (Arquivo,
XL, pgs. 73-74)
–
J.
1874 —
O «Diário Ilustrado»
deste dia –
n.º 627 – publicou uma gravura do palácio do duque de Aveiro, em
Belém, que foi demolido, sendo salgado todo o terreno que ocupava e
colocando-se ali uma coluna cilíndrica, de cinco metros de altura, em
cujo plinto se gravou esta inscrição:
–
«Aqui foram arrasadas e salgadas as casas de José de Mascarenhas,
exauctorado das honras de duque de Aveiro e outras, condemnado por
sentença proferida na Suprema Junta de Inconfidencia em 12 de Janeiro de
1759, justiçado como um dos chefes do barbaro e execrando desacato que
na noute de 3 de Setembro de 1758 se havia commetido contra a real e
sagrada pessoa de D. José I. Neste terreno infame se não poderá
edificar em tempo algum» (Marques Gomes, Memorias de Aveiro, pg.
44. Há quem pretenda que o infeliz duque de Aveiro não teve qualquer
responsabilidade no «bárbaro e execrando desacato»)
–
A.
1918 —
Reiniciou a sua
publicação em Aveiro O Patriota, semanário republicano
evolucionista, cujo redactor principal era agora António C. Rocha (Vd.
este número do referido jornal)
–
J.
1984 —
Por despacho
ministerial desta data, foi nomeada directora do Museu de Aveiro D.
Maria Clementina de Carvalho Quaresma, que sucedeu ao Dr. António Manuel
Gonçalves (Diário da República, II Série, n.º 170, 24-7-1984)
–
J. |