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1681 —
Foi passada carta de
apresentação da vigararia da igreja da Vera-Cruz, da vila de Aveiro, ao
Padre António de Sá (Torre do Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis,
Livro 17, fl. 273v)
–
A.
1823 — Por motivos de ordem política, a Câmara Municipal
cometeu a iniquidade de prender e mandar sob custódia para o Porto o
Engenheiro Luís Gomes de Carvalho, a quem Aveiro ficou a dever os mais
assinalados serviços. Presidia então à Câmara o barão de Vila Pouca,
Rodrigo de Sousa Teixeira da Silva Alcoforado, do partido absolutista, o
qual nesta cidade possuía um vínculo importante, herdado de sua avó D.
Maria José de Carvalho e Nápoles (Marques Gomes, Aveiro
– Berço da Liberdade,
pgs. 26 e 33 e ss.; Revista de Obras Públicas e Minas, Tomo II, Abril de
1875) –
A.
1862 —
Graças à Confederação
Maçónica Portuguesa e por convocação do seu grão-mestre de então, José
Estêvão Coelho de Magalhães, realizou-se em Lisboa uma reunião para se
criar uma instituição de beneficência, que logo se denominou «Asilo de
S. João», para receber e assistir as raparigas que antes se achavam
recolhidas no Asilo dos Cardais de Jesus, sob a orientação das Irmãs de
S. Vicente de Paulo
–
Irmãs da Caridade
–
e que, com a expulsão destas religiosas de Portugal, tinham ficado ao
abandono; a instituição, que iniciaria a sua actividade em 2 de Julho
seguinte, é hoje o «Internato de S. João», na Travessa do Loureiro, em
Lisboa (A. H. de Oliveira Marques, Dicionário da Maçonaria
Portuguesa, I, cols. 106-107, e II, col. 937)
–
J.
1901 —
El-Rei D. Carlos louvou
o barão do Cadoro, Bacharel Carlos de Faria e Melo, distinto aveirense e
escritor de certo mérito, que, sendo administrador do Concelho de
Aveiro, manifestou inteligência, actividade e zelo nas diligências para
a descoberta dos culpados em diversos crimes de falsidade (Diário do
Governo, n.º 127, 8-6-1901; Grande Enciclopédia Portuguesa e
Brasileira, Vol. V, pg. 383)
–
A. |