1663 — Sendo o ministro provincial o M. R. Padre Frei
Fernando de Santo António, mestre em Teologia, entrou para a Ordem
Terceira da Penitência o Irmão Frei Manuel – que no século se chamava
Manuel de Barros – filho de João de Barros e de Isabel Nunes, naturais e
moradores na vila de Aveiro, freguesia de S. Miguel (Academia das
Ciências de Lisboa, Livro dos termos das profissões neste Convento de
N. Snr.ª de Jesus de Lisboa, Ms. 560-V, 2.ª p., inumerado) – A.
1809 — Em Aveiro, numa casa da Rua dos Mercadores,
nasceu uma criança do sexo masculino, a quem os pais – Dr. Luís Cipriano
Coelho de Magalhães, médico do partido nesta cidade e na vila de Eixo,
donde era natural, e D. Clara Miquelina de Azevedo Leitão – deram o nome
de José Estêvão, porque o padrinho de baptismo foi o do materno José
Ribeiro de Azevedo Leitão e por ter nascido no dia litúrgico do Protomártir do Cristianismo Santo Estêvão. Viria a ser um insigne
tribuno parlamentar e um dos maiores defensores dos interesses e do
progresso da sua terra (Arquivo Distrital de Aveiro, Livro de
Baptismos da freguesia de Nossa Senhora da Apresentação, de
1765 a 1818, fl. 235v; Marques Gomes, O Districto de Aveiro,
pgs. 156 e ss.) – J.
1860 — Foi passada carta de nomeação de director dos
Correios de Aveiro a José Crispiniano da Fonseca e Brito (Torre do
Tombo, Chancelaria de D. Pedro V, livro 21, fl. 3v) – A.
1876 — Começou a servir de igreja paroquial da
freguesia da Vera-Cruz o templo de Nossa Senhora da Apresentação, por
ameaçar ruína a antiga igreja que se erguia no largo actualmente
denominado de Maia Magalhães (Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Avulsos, Manuscrito, fl. 205)
– A.
1903 — Foi inaugurada uma estação telégrafo-postal em
Eixo, criada por portaria de 15 de Setembro anterior (Correio do
Vouga, de Eixo, n.º 3, 1-1-1904) – J.
1909 — Na velha Praça do Comércio – actualmente com o
nome de Joaquim de Melo Freitas – durante a inauguração do obelisco ali
mandado erigir pelo Clube dos Galitos, tocou pela primeira vez a «Banda
de José Estêvão», organizada e dirigida por António dos Santos Lé (Arquivo,
VII, pg. 102; Vd. também os estatutos aprovados por despacho ministerial
de 30-11-1933, que foram impressos) – A.