1471 — Foi feito um treslado, em pública forma,
destinado à Vila de Santarém, das representações e protestos que os
procuradores das cidades e vilas do Reino fizeram a El-Rei D. Afonso V,
à Princesa D. Joana, a sua tia D. Filipa e à abadessa do Mosteiro de S.
Dinis de Odivelas contra a entrada da dita Princesa em religião, e bem
assim das respostas dadas àquelas representações e protestos (Torre do
Tombo, Cortes, Suplemento n.º 2, doc. 11; Padre Dias
Dinis, Colectânea de Estudos, Ano III, n.º 2, 2.ª série,
pgs. 235 e ss.) – A.
1585 — Por uma carta passada em Lisboa, El-Rei D.
Filipe I de Portugal confirmou todos os privilégios concedidos a Aveiro
pelos monarcas anteriores (Marques Gomes, Memórias de Aveiro,
pg. 84) – A.
1646 — Faleceu sem geração o ilustre aveirense João
da Maia de Araújo, cavaleiro da Ordem de Cristo por alvará de 26 de
Fevereiro de 1639, comendador de S. Salvador de Tangil e administrador
de duas capelas da igreja do Carmo, em Aveiro, numa das quais foi
sepultado o seu cadáver (Rangel de Quadros, Aveirenses Notáveis,
I, fls. 162-163) – A.
1652 — Foi baptizado na igreja de S. Miguel o
aveirense Manuel de Sousa Ribeiro da Silveira, escrivão de uma
provedoria, que casou com D. Maria de Oliveira da Fonseca e dela teve
doze filhos, entre eles D. Angélica do Paraíso, D. Caetana de Santa
Teresa e D. Francisca Micaela, todas freiras e a primeira prioresa do
Mosteiro de Jesus; D. Luísa Teresa e D. Isabel Clara, freiras no
Convento da Madre de Deus, em Sá; Frei Nicolau de Sousa, frade bernardo;
Frei Francisco de S. José e Sousa, monge de S. Bento e geral da sua
Ordem; e Frei Luís de Sousa e Frei Alexandre de Sousa, monges de S.
Jerónimo (Arquivo, XI, pgs. 19-20) – A.
1689 — Foi passada carta de apresentação da vigararia
da igreja do Espírito Santo, da vila de Aveiro, ao Padre João Gonçalves
(Torre do Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis, livro 20,
fl. 68v) – A.
1815 — Procedeu-se à abertura final do Rio Novo do
Príncipe, que recebeu este nome em homenagem ao Príncipe Regente, mais
tarde El-Rei D. João VI (Arquivo, XV, pg. 206) – A.
1826 — Foi passada ao Bacharel António de Azevedo
carta de provisão do partido de medicina da Câmara de Aveiro (Torre do
Tombo, Chancelaria de D. Pedro IV, livro 5, fl.
159) – A.
1835 — Em portaria desta data, o ministro do Reino,
Luís da Silva Mousinho de Albuquerque, censurou asperamente «a obra
vandálica da destruição da igreja de S. Miguel», de Aveiro (Campeão
das Províncias, 6-5-1905) – A.
1985 — O bispo de Aveiro, D. Manuel de Almeida
Trindade, presidiu à dedicação litúrgica da igreja matriz de S. Pedro de
Aradas, após importantes e vultosas obras de remodelação e ampliação (Correio
do Vouga, 20-12-1985) – J.