1690 — Teve carta de apresentação da vigararia do
Espírito Santo, da vila de Aveiro, o Padre Manuel Dias do Amaral (Torre
do Tombo, Chancelaria do Ordem de Avis, livro 20, fl. 95)
– A.
1719 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício
a Manuel Dias da Silva, ourives, natural da vila de Aveiro, onde residia
(Arquivo, XXXIX, pg. 219) – J.
1814 — Foi passada carta de corregedor da comarca de
Aveiro ao Bacharel António Pedro Simões (Torre do Tombo, Chancelaria
de D. João VI, livro 20, fl. 131) – A.
1868 — Um decreto desta data ordenou a criação em
Aveiro de um curso elementar de agricultura – o que não se concretizou
(Marques Gomes, O Districto de Aveiro, pg. 14) – J.
1883 — Em assembleia-geral de sócios, foram aprovados
os estatutos de uma nova agremiação de instrução e recreio, a que foi
dado o nome de «Grémio Aveirense», resultante da reorganização do Grémio
Moderno, ficando com a sede no edifício da Caixa Económica; terminou em
19 de Março de 1902, data em que se deu a sua fusão com o
incipiente «Ginásio Aveirense», de gente moça e animosa. A nova
sociedade teve a denominação de «Grémio-Ginásio» (Arquivo, XXXVII,
pgs. 130-134) – J.
1893 — Em Lisboa, foi assinado o contrato para a
construção de uma draga destinada à ria de Aveiro – o que se ficou
devendo à iniciativa do Conselheiro Bernardino Machado, ministro das
Obras Públicas (O Povo de Aveiro, 3 e 7-12-1893; Arquivo,
IV, pg. 314) – A.
1964 — O deputado aveirense Dr. Artur Alves Moreira,
discursando na Assembleia Nacional, falou sobre o porto de Aveiro, seu
movimento e seu progresso, e sobre a necessidade das obras a realizar (Arquivo,
XXXI, pgs. 32-36) – J.