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1449 — Por carta desta data, El-Rei D. Afonso V tomou o prior e o Convento Dominicano de Nossa Senhora da Misericórdia, de Aveiro, com todas as suas coisas, em sua guarda e protecção (Torre do Tombo, Estremadura, livro 8, fls. 223v-224v) – A.

1615 — Por uma provisão deste dia, D. Filipe II de Portugal, atendendo ao que lhe fora representado pela Câmara e pela Nobreza de Aveiro, concedeu licença para a fundação do Convento do Carmo (Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos, V, fls. 84) – A.

1658 — Frei António do Espírito Santo, prior do Convento do Carmo, fez entrega das chaves do Convento de S. João Evangelista às freiras que foram habitá-lo. As quatro companhias da vila salvaram com repetidas descargas e a multidão, entusiasmada, deu largas à sua alegria. A entrada das religiosas no Convento foi um acto aparatoso, a que assistiram o Clero, a Nobreza e o Povo. As ruas da vila estavam ornamentadas com arcos triunfais e, à noite, todas as casas se apresentaram iluminadas (Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos, V, fl. 23.1) – A.

1692 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício ao Licenciado Francisco Comes de Góis, antigo juiz de fora de Coimbra, natural da vila de Aveiro (Arquivo, XXX, pgs. 224-223) – J.

1763 — Rangel de Quadros afirma que o ilustre aveirense João Maia da Gama iniciou neste dia o exercício de governador de Paraíba, no Brasil – cargo que lhe fora confiado por carta de mercê de 12 de Abril do mesmo ano (Rangel de Quadros, Aveirenses Notáveis, I, fl, l67) – J.

1755 — Foi passada carta de apresentação de benefício simples na igreja de S. Miguel, da vila de Aveiro, a D. José de Faes (Torre do Tombo, Cancelaria da Ordem de Avis, livro 37, fl. 306) – A.

1791 — A Confraria do Santíssimo Sacramento da freguesia de S. Miguel, de Aveiro, obteve um breve da Santa Sé que reduziu de 137 para 56 missas anuais, a que era obrigada, mas com a condição de ir aumentando o número na medida em que subissem os rendimentos (Rangel de Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos, I, fl. 75) – J.

1814 — Por um acórdão da Câmara Municipal de Aveiro, estabeleceu-se que a medida de sal seria o «moio» de vinte rasas e não o «conto» (Marques Gomes, Memórias de Aveiro, pg. 121) A.

1853 — Na sessão parlamentar deste dia José Estêvão Coelho de Magalhães requereu ao Governo que mandasse fazer a planta e organizar o orçamento de um edifício para o Liceu de Aveiro, consultando as autoridades para se verificar se as ruínas da Albergaria de S. Brás seriam o lugar mais próprio para a construção (Marques Gomes, Monumentos – RetratosPaysagens, col. 32) – A.

1954 — Um despacho ministerial aprovou o Regulamento da Secção do Sal do Grémio da Lavoura de Aveiro e Ílhavo (Inquérito à Indústria do Sal, vol. IV, Salgado de Aveiro, pgs. X-XI) – J.

1966 — Foi nomeado vigário-geral da Diocese de Aveiro Mons. Aníbal de Oliveira Marques Ramos, natural da freguesia do Bunheiro, no concelho da Murtosa (Correio do Vouga, 22-7-1966) J.

 

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