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1385 — O Cabido da Sé de Coimbra, por um título desta
data, arrendou as terças pontificais das igrejas de S. Pedro Fins de
Aradas e de Ílhavo a Afonso Domingues de Aveiro, morador naquela cidade
(Torre do Tombo, Col. Cabido da Sé de Coimbra, m. 78, n.º
3322) – J.
1449 — El-Rei D. Afonso V doou a D. Sancho de
Noronha, conde de Odemira, as azenhas que estavam no rio junto da vila
de Aveiro, que moíam com a água do mar e que haviam pertencido ao
Infante D. Pedro; o Soberano também doou ao mesmo conde, seu primo, as
casas que o referido Infante comprara ao prior de Fermelã, sitas na dita
vila e onde ele pousava, bem como as vinhas que D. Pedro tinha na mesma
vila e nos seus arrabaldes, e ainda os gados que trazia nas ilhas da ria
(Torre do Tombo, Estremadura, livro 8, fl. 254;
Colectânea, I, pg. 205) – J.
1524 — Ao fidalgo Francisco de Tavares foi passada
carta de doação do lugar de Mira e da dízima nova do pescado de Aveiro e
Esgueira (Torre do Tombo, Chancelaria de D. João III,
livro 15, fl. 19v) – A.
1600 — O provedor e os mesários da Santa Casa da
Misericórdia de Aveiro chamaram «Gregório Lourenço, morador na cidade do
Porto, arquitecto, para concertarem com ele sobre haver de ser mestre
das obras da casa nova da M.I.A. desta vila que ora se começa nela /.../
e as fazer pela traça que tem feita e se viu na dita Mesa (Arquivo da
Misericórdia de Aveiro, livro 356, Dinheiro e gastos da Nova Casa da
Misericórdia do anno de 1599 ate 1601, fls. 190-191; Amaro Neves,
Azulejaria Antiga em Aveiro, pg. 56; Marques Gomes parece errar a
data, dizendo que a obra teria começado em 2 de Julho de 1600
–
Cf. Arquivo, XXXIII, pg. 8) – J.
1690 — Foi lavrado «o auto de demarcação e medição
entre as villas de Aveiro e de Arada, que começa no sítio chamado Pêro
Masseira por baixo da Irmida do Apóstolo Santiago» (Direcção de Finanças
de Aveiro, Tombo da Casa de Aveiro, I, fl. 125v; Arquivo, I, pgs.
321-323. O sítio de Pêro Maceira é popularmente designado hoje por
Prumaceira) – J.
1771 — Na acta da sessão da vereação municipal, deste
dia, ficou descrito o modo deficiente em que a barra de Aveiro então
funcionava, bem como o que se aconselhava para que ela se tornasse capaz
para a navegação (Arquivo, XL, pg. 196) – J.
1791 — A Rainha D. Maria I determinou ao provedor da
Comarca de Aveiro, encarregado da Superintendência das Obras da Barra,
que mandasse abrir um regueirão que cortasse o areal que separava o
oceano da ria. Delineado o plano, prontamente se executou o trabalho
junto da capela de Nossa Senhora das Areias, em São Jacinto; mas logo o
mar obstruiu o precário canal, de tal forma que, em 1802, nem sequer
restavam vestígios (Rangel de Quadros, Aveiro
– Apontamentos Avulsos,
Manuscrito, fls. 43-45) – J.
1816 — Foi passada carta de escrivão do Registo Geral
dos Testamentos, da Provedoria da Comarca de Aveiro a Caetano José
Machado de Vasconcelos (Torre do Tombo, Chancelaria de D. João VI,
livro 23, fl. 85) – A.
1858 — Para auxiliar a Santa Casa da Misericórdia,
então em precárias circunstâncias, a baronesa de Almeidinha, D. Maria
Benedita de Sousa Quevedo Pizarro, promoveu um grande baile, por
subscrição, no paço do Terreiro (Marques Gomes, Memorias de Aveiro,
pg. 133) – A.
1958 — Após importantes obras de beneficiação e
restauro, foi reaberta ao culto a igreja paroquial de S. Paio de
Requeixo (Correio do Vouga, 12-7-1958) – J.
1959 — Foi oficialmente inaugurada a rede telefónica
automática de Aveiro, com a presença do Chefe do Estado (Correio do
Vouga, 11-7-1959) – J.
1975 — O Sport Clube Beira-Mar, vencendo a liguilha
da I-II Divisões Nacionais em Futebol, ascendeu, pela quarta vez, à
I Divisão Nacional daquela modalidade, mantendo-se nela em duas
épocas (Correio do Vouga, 11-7-1971) – J. |