1461 — Pedro Gonçalves Robalo e sua mulher Leonor
Lopes, moradores na Vila Nova de Aveiro, venderam a D. Mécia Pereira,
viúva de Martim Mendes Berredo e uma das fundadoras do Mosteiro de
Jesus, diversos bens que possuíam (Colectânea, I, pgs. 224-226) – J.
1620 — Foi passado um alvará aos homens bons da
Câmara de Aveiro para poderem dar a António de Miranda, boticário,
12.000 reis anuais, partido que tinha André de Carvalho, já falecido,
enquanto residisse em Aveiro com suas boticas (Torre do Tombo,
Chancelaria de D. Filipe III, livro I, fls. 174-174v) – A.
1713 — Foi feita mercê do ofício de juiz da Alfândega
de Aveiro a D. Margarida Micaela da Gama (Torre do Tombo, Chancelaria
de D. João V, livro 38, fl. 305) – A.
1732 — Foi passada provisão da mercê de 40.000 reis
de esmola anual à Madre Regente e mais religiosas capuchas do
Recolhimento de S. Bernardino, de Aveiro (Torre do Tombo, Chancelaria
de D. João V, livro 83, fl. 304v) – A.
1779 — Foi passada carta de provedor da Comarca de
Aveiro ao Bacharel Sebastião Pereira Godinho (Torre do Tombo,
Chancelaria de D. Maria I, livro 14, fl. 214) – A.
1846 — Chegou ao Porto, onde foi combater sob as
ordens da Junta Governativa do Supremo Governo do Reino, o Batalhão
Nacional de Aveiro, comandado por João Carlos do Amaral Osório, mais
tarde visconde de Almeidinha, e do qual fazia parte o Major António de
Morais Sarmento conhecido pela alcunha de «Rato Seco» (Campeão das
Províncias, 6-11-1901) – A.
1984 — Com a presença de autarcas distritais e locais
e de autoridades de várias religiões cristãs, foi solenemente inaugurado
o Lar Metodista da Terceira Idade, situado na povoação do Paço, da
freguesia de Esgueira (O Comércio do Porto, 28-10-1984) – J.