1464 — Faleceu no Mosteiro de Jesus, sendo sepultada
no sala do Capítulo, uma das suas fundadoras, a «mui Santa e virtuosa
Senhora D. Mécia Pereira», que para aí entrara em 1460, tendo
professado no mesmo ano em que faleceu e quando já estava de cama,
gravemente enferma (Crónica, pg. 241; Frei Manuel de Lima,
Agiologio Dominico, Tomo IV, pgs. 17-19) – A.
1508 — D. Sancho de Noronha, na qualidade de
senhor de Aveiro, como donatário do Coroa, deu de emprazamento aos
enfiteutas Henrique de Almeida, fidalgo da Casa Real, e sua mulher Inês
Fernandes, por trinta reais brancos, o chamado «Prazo da Lamarosa» (Principaes
peças do processo de acção ordinária intentada por Manuel
Gonçalves Neto e outros contra Manuel Francisco do Casal e outros, Porto
1903 – publicação interessantíssima, com a transcrição de muitos
documentos importantes para a história de Aveiro) – A.
1738 — El-Rei D. João V, atendendo ao pedido dos
moradores do lugar de Fermentelos, da freguesia de S. Paio de Requeixo,
e tendo em conta o parecer favorável do bispo de Coimbra, deu o seu
consenso e permissão para que Fermentelos se pudesse separar e desanexar
da dita igreja matriz e paróquia de S. Paio de Requeixo. Desta forma, o
referido lugar seria constituído em reitoria ou curato que, embora não
sendo paróquia, passaria a ter igreja matriz, pia baptismal, cemitério,
registo paroquial e cura residente, apresentado pelo pároco da
mencionada freguesia de Requeixo (Artur N. Vidal, Fermentelos,
2.ª edição, 1979, pgs. 32-33; Francisco Dias Ladeira,
Município de Águeda, I, pg. 243) – J.
1770 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício
a João Ribeiro da Silva, mercador na cidade de Aveiro, natural da
freguesia de S. Torcato, termo de Guimarães (Arquivo, XXXIV, pg.
146) – J.
1835 — Na igreja do Espírito Santo fez-se o último
casamento, que foi o de António João de Sousa, da freguesia de S.
Miguel, com D. Joana Máxima de Melo, da vila de Águeda (Rangel de
Quadros, Aveiro – Apontamentos Históricos, I, fl. 195) –
J.
1855 — Na vila de Eixo, começou a realizar-se uma
feira mensal, no sítio denominado «Serra de Eixo», que perdurou por mais
de um século (Marques Gomes, O Districto de Aveiro,
pg. 171) – J.
1943 — No lugar da Quinta do Loureiro, da freguesia
de Cacia, foi inaugurada uma escola primária (O Democrata,
9-10-1943) – J.