1431 — Por um alvará desta data, o Infante D. Pedro
determinou que os pescadores da vila de Aveiro não fossem constrangidos
a servir corno besteiros de conto (Tombo da Confraria de Santa
Maria de Sá, fl. 95v; Marques Gomes, Centenário do Descobrimento
do Caminho Marítimo para a Índia, pg. 18) – A.
1676 — Domingos Lopes, mestre de arquitectura e
imaginário, e Bento da Rocha, ensamblador, ambos moradores no Porto,
comprometeram-se a fazer, pelo preço de 110.000 reis, «umas
grades e dois púlpitos da entrada do coro» da igreja do Convento
Dominicano do Nossa Senhora da Misericórdia, «que hão-de estar junto do
arco da capela-mor» (Arquivo Distrital do Porto – Po 1, 4.ª série,
n.º 174, fl. 221-221v; Domingos de Pinho Brandão, Obra de
Talha Dourada, etc., I, pgs. 447-449) – J.
1703 — Foi passada a Frei Manuel João Homem carta de
apresentação do cargo de vigário da igreja da Vera-Cruz, da vila de
Aveiro (Torre do Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis,
livro 22, fl. 155v) – A.
1707 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício
ao mestre sapateiro António Ferreira, que, embora nascido em Lisboa, era
filho do fazendeiro Manuel Dias, natural da freguesia de Esgueira (Arquivo,
XXV, pg. 204) – J.
1766 — Foi passada carta de quitação de 13.340 reis
da meia anata, que devia da vigararia de Nossa Senhora da Apresentação,
da cidade de Aveiro, a Frei Manuel Marques de Figueiredo (Torre do
Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis, livro 41, fl.
79) – A.
1766 — Foi passado a Frei Manuel Marques de
Figueiredo um alvará de mantimentos, de 40.000 reis, da vigararia da
igreja aveirense de Nossa Senhora da Apresentação (Torre do Tombo,
Chancelaria da Ordem de Avis, livro 41, fl. 79) – A.
1937 — Faleceu em Aveiro o Dr. José Maria Soares,
tenente-coronel médico de Cavalaria, com tirocínio para coronel,
director do Hospital Militar Principal do Porto, grande amigo e
benfeitor dos pobres, dotado de nobres sentimentos humanos e religiosos
e protector de várias instituições de caridade (Correio do Vouga,
30-10-1937) – J.