Escola Secundária José Estêvão, n.º 3, Abr. - Jun. de 1991

Objectivos gerais:

1 – Facilitar o desenvolvimento de trabalhos iniciados nas disciplinas de T.E.P.R. e T.D., sempre que o professor da disciplina o entender e o aluno revele interesse para tal.

2 – Promover um intercâmbio de conhecimentos entre os docentes da área, e destes com a restante comunidade escolar.

3 – Permitir não só à população escolar, como também a elementos da comunidade, o contacto com instrumentos, materiais e prática plástica, desenvolvendo as potencial idades críticas e criativas individuais, explorando todas as potencialidades expressivas de instrumentos, materiais e tecnologias a utilizar.

4 – Divulgar no meio, quando tal se justificar, os trabalhos concretizados no clube.

 

Objectivos específicos:

1 – Procurar um maior conhecimento da linguagem plástica.

2 – Explorar as potencial idades dos instrumentos, dos materiais e das técnicas.

3 – Desenvolvimento das capacidades de criação e análise de formas visuais.


Desenvolvimento:

1 – O presente projecto irá repartir-se em espaços e tempos a definir pela gestão da escola e pelo docente responsável pelo clube.

2 – O responsável pelo clube é um professor do 5.º grupo desta escola

3 – A sua actividade abordará as tecnologias de:

- Pintura (óleo, acrílico, guache e aguarela), Serigrafia, Gravura (ponta seca e água forte), Tapeçaria, Cerâmica, Metais, Outras sempre que possível.

4 – Cada grupo de trabalho não deverá exceder dez elementos.

5 – Após uma abordagem teórica e tecnológica inicial, os / 28 / elementos do clube desenvolverão e executarão os seus projectos, tendo em conta os objectivos já referidos.

6 – Os alunos que forem acompanhados pelo respectivo professor de T.E.P.R. e T.D, terão uma abordagem teórica de manuseamento técnico, apenas na tecnologia escolhida para execução do projecto.

7 – Os trabalhos executados com materiais da escola serão património da mesma, a menos que os autores os venham a adquirir.

8 – O dinheiro daí resultante será utilizado para aquisição de novos materiais, conservação e recuperação de instrumentos.

9 – Os materiais irrecuperáveis, gastos em serigrafia e gravura, serão pagos no acto de entrega pelos utentes.


MATERIAIS NECESSÁRIOS AO FUNCIONAMENTO DO CLUBE:

1. Pintura:

– 3 cavaletes; 3 estiradores; 5 mesas; 2 baldes; pigmentos; cola branca;

2. Gravura:

- 2 tabuleiros de plástico; 1 prensa, com os respectivos feltros;

3. Serigrafia:

- 3 tabuleiros, com a respectiva rede; tintas de impressão (3 cores primárias + preto + branco); 2 Raclettes (largura total da rede); 1 Raclette (largura de meia rede); Gel; diluente e aguarrás; 1 secador de cabelo; 2 espátulas; 2 X-actos; 1 chapa metálica de 1 m2; 1 tesoura; 3 dúzias de molas de roupa;

4. Tapeçaria:

- 2 teares; Materiais Comuns: - 1 quadro preto.

Mais:

Apostando num melhor dinamismo cultural da escola e do meio, num desenvolvimento da prática e criatividade plástica, propus-me desenvolver com alunos desta escola trabalhos seus, para além dos seus e meus tempos lectivos.

Os referidos trabalhos pertencem ao domínio do cinema de animação, versando temas da cultura local, como "Princesa Santa Joana "(1 e 2); histórias do quotidiano, "Um cabelo na sopa"; sociedade tecnologicamente robotizada, "Quem é o Zé? e um clássico. "O patinho feio".

Sendo em número de cinco, a gravar durante os meses de Setembro a Março de 1992. Os filmes serão apresentados numa sessão para jovens e adultos, oportunamente a indicar em espaço próprio nesta cidade de Aveiro. Procurar-se-á a passagem dos mesmos em festivais de cinema de animação, que decorram no País durante os anos de 1991 e 92.

Joaquim Alberto Borges Pimenta

5.º Grupo
 

As professoras de Inglês Maria do Carmo Leitão e Maria Eugénia Almeida pretendem levar a cabo no próximo ano lectivo uma experiência pedagógica com duas turmas do 11.º ano (Saúde) e 11.º ano (Técnico-Profissional de Informática), respectivamente, utilizando para tal o material disponível na Escola, que faz parte do Projecto Minerva, e aquele que sabem existir no Pólo de Aveiro do mesmo Projecto, tendo já contactado o professor José Caseiro para eventualmente dinamizar na escola uma ou mais sessões para os professores do 9.º Grupo.

O objectivo desta experiência é levar os alunos a um maior interesse pelo estudo da língua inglesa, conseguindo assim um maior sucesso escolar nesta disciplina.

Assim, propomos:

1) Trabalhar com os alunos, motivando-os de uma maneira diferente, e, no caso dos alunos de Informática, tirar partido do seu interesse generalizado pelos computadores;

2) Interessar os alunos por um novo processo de aprendizagem para eles, baseado no seu próprio trabalho. Pretendem os professores: utilizar nas suas aulas uma maior variedade de meios auxiliares de aprendizagem; imprimir-lhes ritmos diferentes de acordo com as necessidades dos alunos; uma maior consciencialização e responsabilização dos alunos envolvidos na experiência. Pensamos que os alunos, lidando com métodos diferentes de aprendizagem, estarão mais receptivos ao estudo da língua inglesa e encontrarão uma maior facilidade em: fazer revisões da matéria (gramatical, por exemplo), verificação de vocabulário, "remedial work" e encontrarão motivos de interesse nos diferentes tipos de exercícios que lhes serão propostos de acordo com os objectivos pretendidos.

No entanto, considerando que as professores proponentes têm pouca experiência no campo da informática e, sentindo por isso, necessidade de mais tempo para uma melhor preparação das suas aulas nestas turmas, solicitam:

1) Que seja posto à sua disposição o material indispensável para estas aulas;

2) Que lhes seja atribuída uma redução de 6 horas nos respectivos horários a fim de viabilizar tal proposta. Nota: Alguns professores do grupo estão receptivos a uma formação no campo informático adaptada ao ensino da língua inglesa.

Maria Eugénia Almeida

Maria do Carmo Leitão

Aliás, Escola Secundária José Estêvão

 

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