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O Natal aproxima-se e aproxima-nos

As luminosas luzes das lâmpadas penduradas nas
janelas cegam-me e admiro
Admiro tanto, esta magia, a beleza disto.
Ó prendas! Ó música! Ó cores!
Por todo o meu corpo exalta, sinto!
E os meus pés doem, ó grandes ruas iluminadas!
Isto que se aproxima, agita e aproxima-nos.
Ó Natal!
Traz com ele as luzes coloridas e as árvores natalinas
Alegro-me
Sinto o calor das cobertas e da família
Consigo percecionar o sabor da comida sempre
mais saborosa que o normal
Ó dolorosas luzes de Natal!
Tudo aqui é brilho e multidões
A beleza disto totalmente desconhecido pelos antigos
Ó prendas! Ó querido Natal!
Estás a chegar
Vem, oh vem
Tudo aqui aproxima-nos
Tudo aqui é magia
Vejo isso a caminho do centro
Só luzes, luzinhas e mais luzinhas
Sente-se o espírito natalício
União que deve ser sentimental e emocional
Mas nunca material.
Como é bonito o Natal!
Essa época em todos (ou quase todos) procuram
presentear quem mais amam.
As pessoas, com um andar pesado,

cirandam pelas lojas e quiosques
Para selecionar aquele carinho que aconchega o
coração e a alma dos mais próximos.
Cada passo é um passo para a união e para o amor!
A correria para encontrar os presentes,
O que é que eu vou dar aos meus avós?
Porém, tiramos do Natal não só as prendas como a

                                                atmosfera
Que de outra maneira não teríamos...
No meio da azáfama e do ofegante respirar dos cidadãos,
encontro-me, inquieto, a pensar no Natal.

O Natal aproxima-se e aproxima-nos
Uma verdade indiscutível, visto que já começaram
as grandes confusões para comprar comida e
prendas para tudo e todos

 

Com esta grande movimentação
nem paramos para sentir realmente o que nos rodeia.
Por que estamos sempre a pensar no que falta,
no que vem a seguir, no que é preciso comprar
rapidamente?
Por que é que não aproveitamos para sentir o que
esta festa nos tem para oferecer?
Este é um momento de união...
Dizem isso por toda a parte, todos os anos
Mas todos os anos é a mesma coisa!
Luzes exageradas, lojas apinhadas, uma confusão

                                     imensa!
Ó, a família!
Aquela coisa que é tão importante
E que muitos de nós só se lembram nas festividades
Ou quando já não a têm...
Mas apesar de toda a confusão,
Antes do grande dia,
Conseguimos reunirmo-nos, quase todos, à volta

                                              da mesa,
Fiquemos com esse belo momento na memória.
Viva o Natal! Eh-lá-oh!

12.º E – Poema coletivo
 

 

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