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1574 — Foi passada a Inácio de Almeida carta de
confirmação de um emprazamento, em vidas, de terras – uma chamada «a
serra», junto da vila de Aveiro, e outra chamada «a seara», em Santo
António, foreiras à Comenda de S. Miguel da mesma vila (Torre do
Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis, livro 2, fl. 178v)
– A.
1575 — El-Rei D. Sebastião houve por bem «que o juiz
de fora, que ora é e ao diante for nesta vila de Aveiro, seja
capitão-mor da gente de ordenança da dita vila e seu termo» (Colectânea,
II, pgs. 22-23) – J.
1577 — Por mandado do provedor dos órfãos, Licenciado
Miguel de França Moniz, o juiz, o escrivão, o mordomo e muitos confrades
da Confraria de Santa Maria de Sá reuniram-se no edifício do seu
hospital e reorganizaram o seu regimento ou estatuto (Tombo da
Confraria de Santa Maria de Sá, fl. 3v) – A.
1668 — O aveirense Dr. Manuel Mendes de Barbuda e
Vasconcelos, apreciado poeta, natural de Verdemilho, por alvará desta
data, teve dez anos de privilégio para imprimir e publicar o seu poema «Virginidos»
ou «Da Vida da Virgem Senhora Nossa», que saíra à luz no ano
anterior, em Lisboa, na oficina de Diogo Soares de Bulhões (Torre do
Tombo, Chancelaria de D. Afonso VI, livro 26,
fl. 264) – J.
1673 — Com perto de 80 anos de idade, faleceu
Simão da Costa e Almeida, que teve assento em Cortes como procurador da
nobreza e que, em 1670, fundou em Aveiro a capela dos Santos
Mártires, da qual foi o primeiro administrador (Arquivo, X, pg.
201) –
A.
1732 — D. Gabriel de Lencastre, sétimo duque de
Aveiro tomou posse da Casa de Aveiro, mediante o procurador Dr. António
de Sande Machado, prior de Santos, em Lisboa (Livro dos
Registos, fls. 286 e 286v; Arquivo, XXXVIII, pgs.
269-271) –
J.
1753 — Foi passada provisão do lugar de escrivão do
celeiro da Comenda de Avis, na vila de Aveiro, a Francisco Gomes Nunes,
que teve provisão semelhante em 3 de Julho de 1751 (Torre
do Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis, livro 37,
fl. 174v) – A.
1808 — No Paço Episcopal, com o virtuoso prelado
diocesano, D. António José Cordeiro, reuniram-se o governador da barra e
da cidade, os ministros, os nobres, os clérigos regulares e seculares e
os comerciantes para deliberarem, em segredo e sob juramento, sobre o
plano mais conveniente de fortificação e defesa da cidade, ameaçada de
invasão pelos franceses (Marques Gomes, Subsídios para a História de
Aveiro, pgs. 548-550 – A.
1977 — Começou a publicar-se o semanário O
Jornal de Aveiro (Vd. 1.º número deste semanário) – J. |