Diabetes

Diabetes tipo 1: doença autoimune, caraterizada pela destruição das células produtoras de insulina no pâncreas, mais comum em crianças, jovens e adultos jovens.

Diabetes tipo 2: forma mais comum, caraterizada pela resistência do organismo à insulina. Está frequentemente associada a estilos de vida pouco saudáveis, ocorrendo mais em adultos.

Diabetes Gestacional: surge durante a gravidez e desaparece no fim da gestação, aumentando o risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.

Quais as causas e fatores de risco?
Qualquer pessoa pode ter Diabetes, no entanto alguns fatores de risco incluem:

- história familiar de diabetes;
- excesso de peso;
- pouca atividade física;
- alimentação desequilibrada;
- idade superior a 45 anos;
- diabetes gestacional em gravidezes anteriores.

Quais os sintomas?
- sede intensa;
- urinar com frequência;
- aumento da fome;
- cansaço;
- perda de peso inexplicada;
- visão turva;
- infeções frequentes ou feridas que demoram a cicatrizar.

Algumas pessoas não têm sintomas, especialmente na Diabetes tipo 2.

Como é feito o diagnóstico?

É realizado através de análises ao sangue que avaliam os níveis de açúcar, como a glicemia em jejum, prova de tolerância oral à glicose e hemoglobina glicada (HbA1c). O médico de família desempenha um papel muito importante, pois é quem faz a avaliação inicial, identifica fatores de risco, pede os exames necessários e acompanha a evolução da doença.

Quais as consequências?

Sem tratamento e acompanhamento adequado, a diabetes pode levar a doenças do coração e rins, perdas de visão, lesões nos nervos e feridas e infeções nos pés.

Qual o tratamento?

Inclui mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável com pouco açúcar e prática de exercício físico regular, controlo do peso e medicação. O acompanhamento pela equipa de saúde é essencial para ajustar o tratamento e prevenir complicações.

Raquel Ferreira Moinheiro
Aluna de Medicina

  Dia Mundial do Braille

No dia 4 de janeiro celebra-se o Dia Mundial do Braille, uma data dedicada a reforçar a importância deste sistema de leitura e escrita para pessoas cegas ou com baixa visão.

O Braille é um código tátil composto por seis pontos que permite representar letras, números e símbolos musicais, matemáticos e científicos. Ao ser lido com a ponta dos dedos, torna-se um instrumento fundamental de comuni-cação e expressão para milhares de pessoas em todo o mundo. Assim, o Braille representa auto-nomia, igualdade de oportunidades e acesso à educação e infor-mação.

A celebração do Dia Mundial do Braille serve para sensibilizar para a importância do acesso à informação, que é um direito fundamental e deve ser garantido a todos.


Raquel Ferreira Moinheiro
Aluna de Medicina

Fonte:
https://unric.org/pt/nacoes-unidas-dias-internacionais-dia-mundial-do-braille/

 

 

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