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André Ala dos Reis, Ainda vida,
1980.
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Aos que secaram no tempo da folha verde,
aos que gelaram antes da neve chegar,
aos que foram estátuas na hora da vida,
aos que não quiseram ser mais que ser,
aos que não souberam ser recifes junto do mar dos outros,
aos que não passaram de reflexos dum sol sem luz,
aos que não caminharam a Terra,
o Mar,
o Céu —
— Esta mão-cheia de AMOR! |
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