Espaço Poético


Adriano Casqueira Pires


Minha razão de viver

 

Minha razão de viver,
Minha vida, meu amor,
És deusa feita mulher
E eu sou o teu senhor.

 

Os anos hão-de passar,
Mas mesmo sendo velhinha,
Ainda te hei-de chamar:
Minha querida mulherzinha.

 

E sempre bela hás-de estar,
Embora toda branquinha,
Com os netos a chamar
Pela sua querida avozinha.

Sem data