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Aos onze dias do mês de Fevereiro do Ano de Dois Mil e Quatro, pelas
dezasseis horas e trinta minutos, reuniu-se o Departamento de Línguas
Portuguesas e Clássicas, sob a Coordenação das Doutoras Graça
Rodrigues e Fátima Bóia, havendo a registar a ausência da professora Amélia
Coelho e tendo a Reunião a Ordem de Trabalhos que a seguir se apresenta:
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Ponto Um – Informações;
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Ponto Dois – Reflexão sobre os resultados da avaliação do Primeiro
Período;
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Ponto Três – Gestão dos Programas – Ponto da situação;
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Ponto Quatro – Reflexão sobre os novos
cursos do
Ensino Secundário
a criar na Escola
e disciplinas
de oferta
de Escola
a integrar
no Projecto
Curricular;
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Ponto Cinco – Outros assuntos.
A
sessão iniciou-se com a leitura da acta da reunião anterior, a qual foi
aprovada por unanimidade,
apesar da ocorrência de três
abstenções. Procedeu-se, imediatamente, ao tratamento do Primeiro ponto
da Ordem de Trabalhos, ou seja, à divulgação de Informações,
nomeadamente: a existência de dois documentos em análise – a Nova
Proposta de Lei de Bases de Educação até ao final do mês de Janeiro e
o Decreto-lei sobre Educação Especial e Apoio Sócio-Educativo, com data
de limite de 15 de Fevereiro; a abertura, no âmbito da comemoração do
Dia Mundial da Saúde, do Concurso de Escolas sobre Segurança Rodoviária;
o dever de discussão, pelo Departamento, do novo Ofício da DREC, n.º 7
de 7/01/04, que estabelece novas regras para as Compensações do 11.º e
12.º Anos e que dita que, apesar destas aulas continuarem a ser de carácter
obrigatório para os docentes e facultativo para os discentes, os
professores poderão agora decidir utilizá-las para dar matéria e
cumprir programas, deixando assim de ser legítimo que não se cumpram
estes últimos. Caberá pois aos Encarregados de Educação decidir se os
seus educandos estarão ou não presentes nessas aulas, assumindo essa
responsabilidade. Os professores continuarão apenas a registar as presenças
e não as ausências e deverão decidir quem deverá utilizar as Aulas de
Compensação para ministrar matéria, atendendo à sobrecarga horária
dos alunos que daí possa advir. Os docentes que optarem pela utilização
dessas horas deverão comunicar essa decisão aos Directores de Turma e à(s)
respectiva(s) Turma(s). A Coordenadora
salientou que o Presidente do Conselho Executivo procedeu já ao
envio do Aviso aos Encarregados de Educação, informando-os oficialmente
desta situação. Por consenso geral, passou-se imediatamente à análise
deste ponto pelo que, enquanto
alguns docentes manifestaram estar de acordo com a pertinência destes
momentos lectivos, sobretudo ao nível do 12.º Ano, ano escolar em que
estas aulas deveriam possuir um carácter obrigatório, outros discordaram
da sua continuação, visto serem de carácter facultativo. Alguns
professores acrescentaram igualmente que é prática corrente na Escola, há
já vários anos, a cedência de tempos lectivos entre colegas, quando se
torna imperioso ministrar ou concluir o estudo de
determinada matéria que, por
determinado motivo (Interrupções Escolares, férias, feriados ou
Visitas de Estudo, etc.), não seja possível fazê-lo no tempo previsto,
compensando, deste modo, os discentes. Prosseguiu-se com a enumeração
das restantes informações, informando-se os presentes que a Escola terá
de disponibilizar de imediato duas salas para, no próximo mês de Março,
serem instalados os computadores para as TIC, do 9.º e 10.º Anos, que
passam a deter um carácter obrigatório no próximo Ano Lectivo. Tal
situação irá acarretar um reajustamento dos horários, pelo que os
professores que leccionam nesses espaços ver-se-ão obrigados a mudar de
sala; em relação aos Núcleos de Estágio, a Coordenadora dos
Orientadores de Estágio deu conta da preocupação revelada pela
Orientadora de Inglês em relação aos problemas que têm surgido nas
Turmas das professoras estagiárias, bem como da não participação numa
Reunião para a qual tinham sido convocadas, pelo que o Grupo justificou,
nesta sessão, a sua “Ausência” por motivos de esquecimento, por se encontrarem, nesse preciso momento, a realizar outro
tipo de trabalho; é pedido aos Directores de Turma que ocultem aos
Encarregados de Educação pormenores de carácter sigiloso; encontra-se
afixado no placard o resultado dos Exames Nacionais 2003/2004. Da observação
do Mapa, e analisados os resultados dos Exames Nacionais dos últimos dois
anos, comparativamente aos resultados internos e de Exames Nacionais
realizados pelos alunos da nossa Escola, verifica-se: em primeiro lugar,
que a Escola apresenta melhores classificações a nível de Exames do que
a média nacional; em segundo lugar, que as classificações internas
finais são inferiores àquelas que os mesmos alunos apresentam nos Exames
Nacionais, o que não acontece com a grande maioria dos restantes
Estabelecimentos de Ensino. Conclui-se, portanto, que existe demasiado
rigor na atribuição das classificações internas, exigindo-se mais a nível
interno do que aquilo que é depois exigido a nível nacional.
No
que diz respeito ao
Segundo Ponto
da ordem de Trabalhos
– Reflexão sobre os resultados da avaliação do 1.º Período – a
responsável pelo Departamento procedeu à enumeração das Turmas que
revelam elevados índices de níveis negativos. Sobre este assunto, os
professores debruçaram-se sobretudo sobre o 10.º M, tendo o docente da
disciplina de Comunicação referido que se trata de uma turma de
repetentes, cujos elementos já se encontraram matriculados em diversos
Agrupamentos e que nunca atribuiu um número tão elevado de negativas.
Acrescentou igualmente, com base na análise dos resultados de um Inquérito
dirigido a estes mesmos discentes, que se apercebera de que eles se
encontram completamente desligados da Escola, devendo pois estar
matriculados numa Escola Profissional, de modo a desenvolverem a vertente
para a qual tenham mais aptidões. A docente de Português informou, por
sua vez, que estes alunos escrevem muito pouco, resolvendo um Teste em
metade do tempo previsto, além de não serem capazes de analisar
correctamente um poema, entre outros aspectos.
No
que concerne ao Terceiro Ponto da Ordem de Trabalhos – Gestão dos
Programas – a professora Graça Rodrigues mencionou que o Relatório do
10.º B já foi enviado para Lisboa e, quanto às restantes planificações,
os docentes referiram que estas estão a ser cumpridas.
Relativamente
ao Quarto Ponto da Ordem de Trabalhos – Reflexão sobre
os novos cursos do Ensino Secundário a criar
na Escola e disciplinas
de oferta
de Escola
a integrar
no Projecto Curricular
– As Coordenadoras de Departamento optaram por abrir, em primeiro lugar,
o Curso de Línguas e Literaturas, dada a existência de 24
professores efectivos e a Escola possuir professores do Quadro ao nível
das línguas latina e grega e, em segunda opção, o Curso de Ciências Sociais e Humanas.
Quanto ao 3.º Ciclo, e como Oferta de Escola, sugeriram a integração
no Projecto Curricular da disciplina de Oficina de Escrita.
No
que toca ao último Ponto da Ordem de Trabalhos – Outros Assuntos – a
Presidente da Reunião informou ainda os docentes sobre a Calendarização
dos Exames Nacionais e que passo a citar: dia 4 de Junho – terminus das
aulas do 12.º Ano; 1 e 8 de Junho – Reuniões de Avaliação do 12.
Ano; 9 de Junho – final dos
restantes Anos diurnos e afixação das Pautas do 12.º Ano; neste mesmo
dia, à tarde – Reunião Geral de Professores; dia 11 de Junho –
preparação das salas e Secretariado de Exames; 14 de Junho – início
dos Exames Nacionais – 1.ª Fase; 2 de Julho – final dos Exames
Nacionais – 1.ª Fase; 5 a 13 de Julho – inscrições para a 2.ª Fase
dos Exames Nacionais; 15 a 23 de Julho, 2.ª Fase dos Exames Nacionais. A
Coordenadora, com base na análise desta Calendarização, chamou a atenção
dos presentes para o facto de só ser possível afixar a Pauta de Chamadas
para os Exames do dia 15 a
partir das 17h00 do dia 13 de Julho, ficando-se a saber somente neste dia
o número total de vigilantes necessário. Isto quer dizer que a
Convocatória dos Professores Vigilantes não poderá ser feita com as
devidas quarenta e oito horas de antecedência, pelo que todos deverão
estar atentos a esta situação. A Presidente pediu, de seguida, aos
professores, que reflectissem, para vir a ser objecto de discussão na
Reunião seguinte, sobre o peso da Oralidade, quer no 3.º Ciclo quer no
Ensino Secundário. Neste âmbito, alguns professores começaram logo por
manifestar a sua opinião, alertando para a importância da transparência
deste processo, da necessidade de instrumentos de trabalho mais seguros e
que o mesmo não deve ficar submetido às desconfianças dos Encarregados
de Educação.
Foi
ainda referido, pela professora Lourdes, e relativamente à actividade do
Prémio Literário, que a Escola, este ano, beneficia de um patrocínio
diferente, oferecendo o Instituto da Juventude um fim-de-semana à
escolha, para ambos os Escalões, numa das Pousadas da Juventude,
existindo, portanto, dois prémios (este e a quantia em dinheiro). Ficou
acordado, ainda neste âmbito, que o nosso Estabelecimento de Ensino irá
trabalhar com a Escola Mário Sacramento e, a nível interno, com a
docente Paula. O professor Henrique deu a conhecer aos presentes que os Prémios
Literários Anteriores encontram-se disponíveis na Internet.
Deu-se
assim por encerrada a Reunião, cuja Acta, depois de lida e aprovada, será
assinada pela Presidente da Reunião e por mim que a secretariei.
A
Presidente da Reunião
Graça
Rodrigues
A
Secretária
Cláudia
Nunes Carvalho
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