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1498 — Foi passada uma carta, importante no aspecto urbanístico, com o teor de certos capítulos sobre a administração das capelas de Afonso de Aveiro, na cidade de Coimbra, e de Santa Catarina, na igreja de S. Miguel de Aveiro (Torre do Tombo, Estremadura, livro I, fls. 242-242v; Chancelaria de D. Manuel I, livro. 44, fl. 23v) A.

1701 — Foi passada carta de familiar do Santo Ofício a Luís Dias Henriques, homem de negócio na cidade da Baía, Brasil, natural da freguesia da Vera-Cruz, da vila de Aveiro (Arquivo, XXXVIII, pg. 131) J.

1715 — Foi passada carta de apresentação da vigararia da igreja matriz de S. Miguel da vila de Aveiro, ao licenciado Francisco Gonçalves Ramos (Torre do Tombo, Chancelaria da Ordem de Avis, livro 24, fl. 116) A.

1758 — O Padre Luís Carlos das Póvoas Coutinho, pároco de S. Julião de Cacia, deu por terminada a interessante memória paroquial sobre a sua freguesia, respondendo ao interrogatório que superiormente lhe fora enviado. (Câmara Municipal de Aveiro, Cacia e o Baixo-Vouga, 1984, pgs. 29-33) J.

1771 — Nasceu o ilustre aveirense Frei Félix de S. José da Fonseca, religioso da Ordem Terceira da Penitência (Academia das Ciências de Lisboa, Ms. 349-V) A.

1811 — Nasceu o notável aveirense Francisco de Melo Soares de Freitas, primeiro visconde do Barreiro, que por motivos de ordem política se ausentou para o Brasil, onde granjeou grande fortuna, e que, tendo regressado a Portugal, aqui prestou relevantes serviços (Marques Gomes, Monumentos Retratos Paysagens, cols. 125-126) J.

1868 — Foi nomeado vigário-geral da Diocese de Aveiro o ilustre aveirense Padre José Joaquim de Carvalho e Góis, cónego honorário da Sé do Porto, professor do Seminário Episcopal, comendador das Ordens de Cristo e da Conceição, pregador régio e examinador sinodal. Como escritor, colaborou nos jornais religiosos Aurora, de Aveiro, e Christianismo, do Porto (Arquivo Paroquial da Vera-Cruz, Livro das Pastorais, fl. 37v; João Gonçalves Gaspar, A Diocese de Aveiro Subsídios para a sua História, pg. 187) J.

1891 — Findou definitivamente a Fábrica de Vidros e Tijolos, que, desde 1888, existiu no Cojo, junto da «ponte de pau», pelo norte (Rangel de Quadros, Aveiro Apontamentos Avulsos, Manuscrito, fl. 118) J.

1901 — A Junta Central dos Melhoramentos Sanitários emitiu o seu parecer, que o Campeão das Províncias publicou na íntegra, aprovando o projecto da construção do novo edifício para o hospital da Santa Casa da Misericórdia (Vd. jornal referido) A.

1917 — Por alvará do Governo Civil de Aveiro foram aprovados os primeiros estatutos da «Associação de Assistência e Educação», da freguesia de Eixo, que, em 1961, passou a denominar-se simplesmente «Associação de Assistência de Eixo» e que, a partir de 1976, mantém em actividade um «Jardim-de-infância» (Governo Civil de Aveiro, Livro de registo de associações de 1917, fl. 148, n.º 693) J.

1925 — Numa sessão solene promovida pelo corpo docente do Liceu de Aveiro para comemorar o primeiro centenário do nascimento de Camilo Castelo Branco e realizada na sala da biblioteca desse estabelecimento escolar, o distinto aveirense Dr. Jaime de Magalhães Lima proferiu uma conferência sobre o tema «Camilo e a renovação do sentimento nacional na sua época» a qual foi impressa (Vd. referido opúsculo) J.

1958 — Foram solene e oficialmente inauguradas as novas instalações do Colégio do Sagrado Coração de Maria, na Avenida do Dr. Lourenço Peixinho (Correio do Vouga, 22-3-1958) J.

1981 — Por escritura notarial foi constituída uma sociedade, que adoptou o nome de «Estabelecimento de Ensino Santa Joana – Cooperativa de Ensino e Cultura, de Responsabilidade Limitada», cujos primeiros estatutos têm a mesma data (Correio do Vouga, 24-4-1981) J.

2018 — Por volta das 18:30, foi efectuada a «Homenagem Póstuma» no 124º aniversário do seu nascimento, a Egas Salgueiro, com inauguração de um "busto" deste ilustre aveirense, da autoria de Hélder Bandarra, e uma rua na zona da Baixa de Santo António, junto ao Parque Infante D. Pedro. – HJCO.

 

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