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Aos
dezoito dias do mês de Fevereiro de dois mil e três realizou-se, pelas
dezasseis horas e trinta minutos, na sala trinta e cinco, uma reunião
plenária do Departamento de Línguas Românicas e Clássicas, com a
seguinte ordem de trabalhos:
ponto um — Informações.
ponto dois — Avaliação.
ponto três — Outros assuntos.
À
reunião faltaram os seguintes professores: Abílio Tarrinha, Ana Paula
Medeiros, Dora Sardo, Filipa Neto, Alcina Reis e Ricardo Teixeira.
Ponto
um
Depois
de lida e aprovada, por unanimidade, a acta da reunião anterior, deu-se
início ao cumprimento da ordem de trabalhos. Assim, a Coordenadora do
Departamento passou a dar as seguintes informações:
-
chegou à Escola o Despacho 1584/2003 com a calendarização dos Exames
Nacionais do Ensino Secundário, em função da qual, o Conselho Pedagógico
decidiu que: as aulas do décimo segundo ano terminarão no dia treze de
Junho; as dos sétimo, oitavo, nono, décimo e décimo primeiro anos
terminarão no dia dezoito de Junho; as aulas do período nocturno
terminarão no dia onze de Julho; nos dias dezasseis e dezassete de Junho
decorrerão as reuniões de avaliação de frequência do décimo segundo
ano; de vinte e três a vinte e sete realizar-se-ão as reuniões de
avaliação dos restantes anos de escolaridade, sendo que, nos dias vinte
e três, vinte e cinco, vinte e seis e vinte e sete, as reuniões ocorrerão
apenas durante a tarde, no dia vinte e quatro, as reuniões decorrerão
durante a manhã e a tarde; no dia vinte de Junho, pelas dez horas, terá
lugar uma Reunião Geral de Professores.
-
outra informação tem a ver com a Feira de Orientação Profissional,
dirigida a alunos dos nono e décimo segundo anos, a decorrer no Centro de
Congressos, de vinte a trinta de Março e de cujo Projecto da nossa Escola
é coordenadora a professora Teresa Nifo que tem a colaboração directa
dos professores Graciete Paiva e Fernando Vidal. De dezoito a vinte e um
serão montados os “stands das Escolas, no dia vinte e quatro
proceder-se-á à inauguração da Feira, no dia vinte e oito será o seu
encerramento apesar de, nos dias vinte e nove e trinta, ainda estar aberta
ao público; nos dias trinta de Março e um de Abril deverá ocorrer a
desmontagem dos “stands”. Para completar a informação, o colega
Henrique Oliveira apresentou o que está já previsto a nossa Escola expor
e pediu a colaboração de todos os colegas, aconselhando a consulta do
site, não só para darem sugestões para a Feira, mas também para o
enriquecerem.
A colega Susana Santos, aproveitando a oportunidade do momento, deu
os parabéns ao colega Henrique Oliveira por todo o trabalho que tem
desenvolvido no âmbito da construção da página do Departamento na
Internet. O colega Henrique Oliveira informou que já todas as actas estão
informatizadas e disponíveis no site, para o que é necessário, contudo,
estar na posse do respectivo endereço. Ainda no que respeita a actas, a
Coordenadora informou que existe uma pasta na gaveta com a disquete para
registo das mesmas.
-
irá decorrer a actividade intitulada “Eu exploro” que se realizará
nos dias catorze e quinze de Abril, entre as dez e as doze horas: haverá
um grupo de professores disponível para prestar informações quanto a
cursos que a nossa Escola oferece, bem como uma visita guiada à Escola.
-
a Coordenadora passou a informar os presentes sobre a reflexão que teve
lugar no Plenário do Conselho Pedagógico a propósito da entrada dos
alunos na Escola: tendo-se verificado que o sistema de cartões, apesar de
a funcionária estar a cumprir, não se revela de funcionalidade eficaz,
concluiu-se pela necessidade de desenvolver um trabalho de mentalização
dos alunos no sentido de que deverão ser eles a ter a iniciativa de
mostrar o cartão e não estarem à espera que o mesmo lhes seja pedido.
-
no Plenário do Conselho Pedagógico alertou-se para problemas de segurança
verificados no trajecto do recinto da Escola para as aulas na Piscina, uma
vez que os alunos ficam, por vezes, a jogar a bola na rua; o Presidente do
Conselho Pedagógico informou que vai tomar as devidas providências.
-
outra informação diz respeito às faltas de professores, sobre o que se
acordou, no Plenário do Conselho Pedagógico, que estas serão marcadas a
lápis e só ao fim de quarenta e oito horas serão marcadas
definitivamente.
-
a Coordenadora transmitiu a sugestão feita, no Plenário do Conselho
Pedagógico, pela professora Susana Catela de se proceder ao pedido de
verificação do protocolo da Escola Secundária José Estêvão com a
Universidade de Aveiro com vista a esta instituição viabilizar o
ingresso de professores da Escola Secundária José Estêvão em cursos de
Mestrado com menores custos e a frequência de cadeiras usufruindo de redução
nas propinas.
-
os professores com cursos de especialização e com serviço efectivo
nessa área de formação devem consultar o Decreto Regulamentar n.º
10/99, de 21 de Julho e informar a secretaria da Escola com vista à
bonificação a que têm direito.
-
sobre planos de segurança da Escola, a Coordenadora informou que a Escola
deve estar em condições de ver aprovado pelos Bombeiros, até ao dia 7
de Maio, um plano de segurança.
Ponto
dois:
-
neste ponto da ordem de trabalhos procedeu-se à reflexão sobre a realização
de provas globalizantes em substituição das anteriores provas globais. A
Coordenadora começou por informar que, no Plenário do Conselho Pedagógico,
alguns grupos disciplinares levantaram a questão de se poder fazer provas
ditas globalizantes. Assim, e por duas razões principais, urna que terá
a ver, como afirmou a colega Manuela Seiça Neves, com o facto de estarmos
perante uma situação nova — a abolição das provas globais — o que
leva a ter um maior sentido esta reflexão, outra, levantada pela colega
Marisa Sá, que se prende com a necessidade de haver uma posição de
grupo, por estas duas razões, dizíamos, abriu-se um período de discussão
em que foram levantadas várias questões:
·
os
professores que leccionam o 11º ano de escolaridade de Português B
consideram que não se deve fazer mais uma prova globalizante, apontando
como principal razão o facto de o terceiro período ser muito pequeno;
·
a
colega Manuela S. Neves considera que se deve combater a ideia que os
alunos têm de que os conteúdos se estudam para os testes e depois podem
esquecer-se, e que, por outro lado, devemos levá-los a entender o
conhecimento como um somatório de conhecimentos. Acrescenta que julga
importante que se faça a transversalidade de conteúdos;
·
a
colega Luzia Blard lembrou que as competências têm sempre um carácter
globalizante; o que devemos decidir é se os conteúdos também o devem
ter, pelo que considera útil esta discussão, até para não se tomarem
posições individuais;
·
a
colega Fátima Bóia defende também que não se tomem posições
individuais e que não se deve confundir provas globalizantes com provas
globais. Informou que os professores de Latim estão de acordo que, em
relação às estruturas linguísticas, a sua aplicação, na globalidade,
é contínua, em relação aos conteúdos do último teste, serão
contemplados os que ainda não tenham sido objecto de avaliação.
Acrescentou ainda que, embora estejamos a fazer o que sempre foi prática
no grupo — trabalhar em coordenação -, estamos perante uma situação
nova que deve ser reflectida por
todos para se chegar a decisões consensuais. O facto de não podermos
encontrar uniformização relativamente a disciplinas com cargas horárias
diferentes conduzirá à necessidade de os professores de cada nível
decidirem sobre a realização de 1 ou 2 testes no terceiro período. Será,
contudo, importante que não se atribua ao último teste do ano lectivo o
nome globalizante nem se use este termo no cabeçalho do enunciado;
·
a colega Lídia Trindade
manifestou a sua discordância com a existência de tanta preocupação
com o último teste, quando, ao longo do ano inteiro, se tem vindo a fazer
todo um trabalho de coordenação periódica, e, em sua opinião, se esta
coordenação periódica funcionar, não haverá necessidade de elaboração
de uma matriz comum. Acrescentou ainda que também não vê necessidade de
sobrecarregar os alunos com mais conteúdos num último teste quando ele não
passa de mais um teste que, aliás, não tem peso especial;
·
a colega Dulce Reis
participou na discussão para lembrar que, em avaliação, as competências
têm mais importância do que os conteúdos. Afirmou também que acha que,
nesta matéria, deverá haver uma posição de escola;
·
corroborando algumas
opiniões já expostas, a colega Paula Tribuzzi considera que, uma vez
que, durante o ano, se faz uma abordagem integrada e comparada dos conteúdos,
deixa de ser oportuna a tomada de alguma atitude especial no fim do ano
lectivo, acrescentando que ela só viria a sobrecarregar os alunos.
Terminado
o período de discussão, passou-se à votação da realização de uma
prova com selecção prévia de conteúdos do ano, elaborada em colaboração
de professores que leccionam o nível, tendo o resultado sido o seguinte:
a favor — sete votos; contra — quinze votos. O resultado da votação
confirma a não realização de uma prova final dita globalizante.
Ponto
três
Dando
início ao terceiro ponto da ordem de trabalhos, a Coordenadora leu um
texto, vindo da Associação de Estudantes, com o pedido de colaboração
dos professores nas actividades de participação nas “Escolíadas”.
A
Sub-Coordenadora de Francês informou que não se tinham reunido as condições
necessárias para concretizar a geminação da nossa escola com o Lycée
Jean Baptiste Poquelin.
Foi,
de seguida, lembrada a dinamização do “Prémio Literário de José Estêvão”,
tendo o departamento, a propósito, optado por, para além do tema livre,
incluir um tema dirigido. Surgiram três hipóteses: “as aves e a
ria”; a “noite em Aveiro” e “Aveiro ao luar”. Por consenso, a
escolha recaiu sobre a primeira sugestão: “As aves e a ria”.
E
nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a sessão, da qual se
lavrou a presente acta que, depois de lida e aprovada, vai ser assinada
nos termos da lei:
A
Secretária
Maria
de Lourdes Moreira Soares da Rosa
A
Coordenadora
Graça
Rodrigues
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