| |
Por onde andas tu
humildade
Que te piraste de baldão
Como um gato assanhado
Em rugido de leão?
Mataste a genuinidade
Emersa do teu passado
Que embuçaste na vaidade,
Um timbre de teu agrado;
Vales o que vales, não nego,
Mas não posso ficar calado
Ver tanto “amor ledo e cego”
Inquinado sem razão
Por esse inusitado ego
A explodir como vulcão.
Outubro de 2026 |